
Estava tudo tão lindo o mar estava calmo as ondas batiam nas pedras, o ar estava fresco e o cheiro era tão gostoso. Na areia haviam pegadas, pegadas maiores que a minha, eu as segui as pegadas iam até o incio da floresta e logo se perdia dali, mas ali também iniciava uma trilha, na trilha haviam pequenos pedaços de rosas, como se mostrassem o caminho que deveria seguir , como João e Maria para não se perderem, seguia aquela trilha, passei por vários galhos de árvores e muitas folhas secas, havia uma espécie de corredor feito com coqueiros, parecia tão perfeito, a trilha ainda estava por ali, segui a mesma até me deparar com uma cabana, uma pequena cabana a trilha com pedaços de pétalas de rosas acabavam na porta da mesma, a porta parecia estar aberta, me aproximei aos poucos dando um pqueno empurrãozinho com minha mão que logo fez a porta correr deixando-me ver tudo o que tinha na cabana na mesma havia uma cama, uma pequena mesa com duas cadeiras e um jarro de flores com algumas flores dentro, um fogão feito de barro e uma caixa termica vermelha com a tampa branca, entrava com um certo anseio, não sabia o que se passará, ao entrar na cabana vi algo branco sobre a cama que estava coberta por um lençol azul o papel branco se destacava no lençol, na frente do cartão dizia : " Minha Sofi, eu volto daqui a pouco fui buscar nossa comida, descansa minha vida do seu Guilherme" após lê aquele bilhete meus lábios estantaneamente se formaram em um imenso sorriso, um alivio passou por todo o meu corpo me fazendo relaxar, logo deitei na cama e fechei meus olhos adormeci, sentia um cheiro bom, deixei meus braços esticarem me espreguissando, ao olhar para o lado vi o meu amor esperando pelo meu despertar, logo o via sentado próximo a minha perna, afagava meus braços e com uma voz gostosa dizia: já dormiu demais hoje não acha Sofia?. Escutá-lo falar me fez sentir os raios do sol invadir meu quarto, eu despertava do meu sono e do meu sonho lindo, olhei para a cabeceira do meu quarto vi que já se passava das 8:00 da manhã, esfreguei meus olhos e me estiquei na cama e vi no chão do meu quarto areia branquinha como a areia de praia próximo a essa areia havia uma coisa preta, mais algo pesado passou sobre meus braços, ao olhar me deparei com o Gui deitado ao meu lado com o braço sobre mim. Passei segundos calada e em choque, logo a ficha caiu: Aquilo não foi apenas um sonho, isso é a minha vida.
Nem todos temos um conto de fadas, então podemos sonhar com tal.